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Showroom da Studio + em Salto
Há 25 anos, fazemos à mão os móveis que as melhores lojas do país vendem.
Showroom · Salto, SP
Revisteiro Eixo 7, de Pedro Useche, no showroom
Revisteiro Eixo 7 · Pedro Useche
Linha executiva em home office
Linha executiva · escritórios
Peças da coleção no showroom
Peças em linha · showroom
A coleção

Reedições fiéis dos clássicos do design
e peças autorais assinadas.

Seis famílias de peças, desenhadas no papel e resolvidas na bancada — do assento que atravessou o século aos complementos que o acompanham.

01CadeirasCesca · Eames · Saarinen
02Poltronas & chaisesclássicos de leitura e descanso
03Bancos & banquetasBertoia · Vira Vira
04Mesasjantar · centro · laterais · altas
05Sofásconforto desenhado para durar
06Complementosaparadores · revisteiros · utilitários
Poltrona com pufe no showroom
Poltronaslinha clássicos
Mesas de centro
Mesasshowroom · Salto
Revisteiro Eixo 7, de Pedro Useche
ComplementosEixo 7 · Pedro Useche
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Mestres & autores

31 nomes que definiram o design,
no nosso catálogo.

Reeditamos com fidelidade os desenhos que entraram para a história — e produzimos o trabalho de autores em atividade. Selecione um nome para conhecer sua história.

Em navy pleno, os mestres em destaque na coleção.
Pedro Useche ajustando o couro de uma peça
O autoral da casa

O designer desenha,
acompanha e aprova.

Na linha autoral, o desenho chega assinado e o autor entra na fábrica: confere o croqui na bancada, acompanha o corte do couro e aprova peça por peça — como Pedro Useche, autor do Revisteiro Eixo 7, premiado em 1998. Cada peça autoral sai da fábrica com numeração própria.

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Marcel Breuer

Retrato de Marcel Breuer
Retrato · arquivo

Arquiteto norte-americano de origem húngara, Marcel Breuer (1902 – 1981) fez parte da primeira geração de alunos formados pela Bauhaus, escola vanguardista de arquitetura e design que funcionou na Alemanha entre os anos de 1919 e 1933. Formou-se em Weimar, primeira sede da Bauhaus em 1924, e passou a lecionar na escola até 1928. Sua relação com a instituição era bastante estreita, o que acabou lhe rendendo a diretoria após a saída de Mies Van Der Rohe. A Bauhaus pregou princípios modernos nos quais as novas tecnologias e a aplicação de novos materiais deveriam incentivar as artes industriais. Como professor da instituição realizou uma série de experimentos no design de mobiliário. Foi aí que projetou e executou os primeiros protótipos da poltrona Wassily, que traz o nome como homenagem ao colega e artista Wassily Kandinsky, também professor da escola e que encomendou o mobiliário na época.

Marcel Breuer emigrou para os Estados Unidos em 1937 e aí passou a trabalhar até o fim da vida, sendo considerado por alguns críticos um dos “últimos verdadeiros arquitetos funcionalistas”. Nos EUA, trabalhou com seu ex-professor Mies Van Der Rohe, projetando arranha-céus. Lá, também, foi nomeado diretor da faculdade de arquitetura e design na Universidade de Harvard, sendo responsável pela formação de toda uma geração de arquitetos americanos, da qual pertenceu, por exemplo, Phillip Johnson. A obra de Breuer pode ser completamente inserida no que costuma ser chamado International Style. Grande parte de seus mobiliários, geralmente em aço tubular, estão em uso até hoje, a exemplo disso estão às cadeiras Breuer, Cesca, as mesas Laccio e a própria poltrona Wassily. Breuer faleceu em New York em 1981.

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Charles & Ray Eames

Charles (1907- 1978) e Ray Eames (1912- 1989) são das figuras mais proeminentes do design do século XX. Charles estudou arquitetura na Universidade de Washington – St. Louis e Ray estudou pintura na Escola de Hans Hofmann e posteriormente ingressou na Cranbrook Academy of Art, onde Charles era o chefe do departamento de design industrial. Em 1941, Charles e Ray se casaram em Chicago e, a partir daí, começa uma longa e bem sucedida parceria no desenvolvimento de vários trabalhos. A guerra e sua contratação pela Marinha para o desenvolvimento do projeto de talas e macas permitiram aos Eames o desenvolvimento de ampla pesquisa na moldagem de contraplacados (compensado moldado). O chamado “Casal de Ouro” do design americano do pós-guerra foi pioneiro em diversas áreas como: multimídia, projetos avançados de móveis, arquitetura, design gráfico, fotografia e cinema. Um de seus objetivos era baixar custos e democratizar as peças que produziam.

Em 1946, já consagrado, Charles Eames foi objeto da primeira retrospectiva pessoal dedicada a um só design no MOMA, onde ainda, dois anos depois, em 1948, ganharia também o concurso internacional – Competition for Low-Cost Furniture Design – com cadeiras em fibra de vidro moldadas e que podiam ser produzidas em série. Ainda com sua mulher, criou vários móveis para a Herman Miller, na década de 50, como a poltrona conhecida como “Charles Eames”, de 1956, baseada em um protótipo exibido no concurso Organic Design in Home Furniture. A notável liberdade de suas obras, assim como, suas pesquisas intensivas na busca de novas soluções tiveram enorme influência no estilo de móveis e interiores por mais de 50 anos. O design do século XX ficou marcado por peças como as poltronas La Chaise e Lounge Chair, toda a linha Aluminium, entre outras.

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Eero Saarinen

Retrato de Eero Saarinen
Retrato · arquivo

Filho do famoso arquiteto finlandês Eliel Saarinen, Eero Saarinen (1910-1961) nasceu em Helsinki e emigrou para os Estados Unidos com sua família em 1923. Estudou arquitetura em Yale, formando-se em 1934. Após um curto período na Europa, passou a lecionar na Cranbrook Academy of Art em 1935, da qual seu pai foi o primeiro presidente. Como arquiteto, trabalhou com o pai, em seu escritório de arquitetura, antes de Eliel falecer em 1950.

Como designer, em 1937, iniciou uma sociedade com Charles Eames, que os levou ao desenvolvimento de uma série de móveis bastante vanguardistas e premiados várias vezes no MOMA – Museum of Modern Art. Desenhou, também, vários móveis para a Knoll International com grande sucesso, entre eles a coleção Womb (1947-1948) e a coleção Pedestal, com a famosa cadeira Tulipa (1955-1956) e que hoje é amplamente conhecida por seu sobrenome.

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Harry Bertoia

Retrato de Harry Bertoia
Retrato · arquivo

Harry Bertoia (1915-1978) nasceu em Udine, na Itália, mas emigrou com a família para os EUA em 1930. Formou-se na Cass Technical Hight School de Detroit em 1936, e de 37 a 39 foi bolsista na Cranbrook Academy of Arts, onde lecionou até 1943.

Em Cranbrook, Bertoia rápidamente fez amigos, como Eero Saarien e Charles Eames, com quem viria a trabalhar nos anos seguintes. Casou-se com Brigitta Valentines e juntou-se aos Eames em seu atelier a partir de 1943.

Juntamente com Eero Saarinen, desenvolveu um método de fabricar madeira prensada que, mais tarde, iria influenciar definitivamente os processos de produção de mobiliário e o seu próprio design. Nos anos 50, construiu mais uma forte relação com outra colega de Cranbrook, Florence Knoll, que tinha um atelier na Pensilvânia e lhe ofereceu um ambiente de trabalho altamente motivador. Ali, desenhou a linha de cadeiras em fio metálico para a Knool International, que tiveram tão grande sucesso comercial que permitiram que se dedicasse à sua carreira de escultor – sua maior paixão.

Foram projetadas em uma estrutura de aço curvado e soldado, cromado ou recoberto de vinil. A idéia de fazer o acabamento em cromo veio quando a GM necessitou de cadeiras para seus showrooms. A Knoll enviou cadeiras à GM que foram mergulhadas em um banho de cromo para amortecedores de carro, a fim de acentuar a idéia do mundo do automóvel.

Em sua concepção, o designer preocupou-se essencialmente com o espaço, com a forma e com o que o metal teria a oferecer. Classificava-as como feitas de ar, a exemplo de esculturas permeadas, cortadas e atravessadas pelo espaço. Bertoia conseguiu tirar a massa da forma, o peso da matéria, o impacto chapado do plano. Ele percorreu os mais diversificados caminhos do desenho, mas foi na escultura que baseou toda a sua obra.

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Martin Eisler

Arquiteto, cenógrafo e designer, Martin Eisler nasceu em 1913 em Viena, na Áustria. Após se formar em arquitetura em 1936 mudou-se para Praga, na então Checoslováquia, país de origem de seus pais, onde permaneceu até 1938. Fugindo da II Grande Guerra mudou-se para a Argentina, naturalizando-se e passando a trabalhar como arquiteto, cenográfo e designer de interiores. Foi um dos sócios fundadores da Forma, criada em 1955, realizando seu próprio sonho juntamente com o arquiteto Carlo Hauner e o empresário Enersto Wolf. Chamada inicialmente de Móveis Artesanais, no final da década de 50 e pela necessidade do evento da fundação da nova capital Brasília, trouxeram para o Brasil, sob licença da Knoll International, peças de verdadeiros ícones do design contemporâneo – Mies Van Der Rohe, Marcel Breuer, Eero Saarinen, Florence Knoll, Richard Schultz e Harry Bertoia.

Fundou junto com um colega da faculdade a empresa Interieur, que após a criação da Forma no Brasil, passou a carregar também este nome, passando assim a se chamar Interieur Forma, empresa que está com a família até hoje. Morreu no Brasil em 21 de abril de 1977 e foi neste país que teve sua maior contribuição como designer. A partir do início dos anos de 1950 até sua morte dedicou-se exclusivamente ao design de mobiliário. Trabalhou tanto em projetos pessoais como para a empresa brasileira Forma no auge do período Mid- Century Modern, e é conhecido por seu traçado de linhas elegantes e curvilíneas e pela mistura de materiais na produção de seus móveis. Misturas que vão desde a utilização de madeiras exóticas como jacarandá a caviúna, como também madeira laqueada, vidro, bronze e cana. Outro aspecto é a paleta de cores que sempre predominou os tons quentes. A Poltrona Reversível tanto quanto a Poltrona Costela desenhada por ele e produzida pela Forma nos anos 50 estão retratadas em diversas publicações no Brasil e no exterior.

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Pedro Useche

Retrato de Pedro Useche
Na fábrica · Salto, SP

Arquiteto venezuelano, Pedro Useche iniciou sua carreira de designer de mobiliário no Brasil onde mora desde 1984. Seis anos depois construiu seu atelier, em São Paulo. Em sua variada produção, procura alcançar o equilíbrio entre estética e funcionalidade, sem se preocupar com modismos. O que mais se destaca no seu trabalho são as soluções ousadas como o sistema de fixação das prateleiras do revisteiro Eixo 7, a estrutura de madeira da linha Flexus e a exploração da madeira no seu limite de resistência da linha R.

Desenvolve sistemas construtivos que permitem a execução de famílias de móveis, facilitando variações de formas e de dimensões. Versátil com relação aos materiais gosta de estudá-los e explorá-los nos seus limites. Participou também cinco vezes da Mostra Brasil Faz Design em Milão. Ministrou curso de Pós-Graduação em arquitetura no SENAC, e participou da V CONAD com a palestra “20 anos em São Paulo Arquitetura e Design”. Foi selecionado para participar da sexta Bienal Internacional de Arquitetura em São Paulo, com projeto residencial no ano de 2005. Em 2006/2007 ministrou curso Máster de Design de Produto Mobiliário, na Escola Pan-Americana de Arte e Design.

Prêmios Menção honrosa no MCB, em 1990, com a cadeira Mulher e, em 1996, com a cadeira Grillo. 1º prêmio Joaquim Tenreiro com o revisteiro Eixo 7 no MCB no ano de 1998, e 1º prêmio na 1ª edição do concurso Brasil Faz Design, na categoria manejo sustentável, com a cadeira 20R no ano de 2000. No ano seguinte o Prêmio nacional Abimóvel, na categoria móvel para estar social com o banquinho 3L. 2004: Prêmio à competitividade com design e princípios ecológicos finalistas 2003/2004 com a poltrona Flexus – prêmio Eco Design 2004.

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Mies van der Rohe

Retrato de Mies van der Rohe
Retrato · arquivo

O arquiteto alemão Ludwig Mies Van Der Rohe (1886-1969) nasceu em Aachen, Alemanha e é considerado um dos principais nomes da arquitetura do século XX.

Foi professor da Bauhaus, famosa escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha, e um dos formadores do que ficou conhecido por International Style. Mies possuía uma arquitetura sempre voltada ao racionalismo espacial. Sua concepção dos espaços envolvia uma profunda depuração da forma, voltada sempre às necessidades do lugar. Esse minimalismo se expressa em uma de suas mais famosas frases: Less is more (“Menos é mais”).

Um de seus projetos mais famosos (1929) foi o pavilhão alemão da Feira Universal de Barcelona: uma estrutura bastante leve, sustentado por delgados pilares metálicos e constituído essencialmente de planos verticais e horizontais. Ele também cria o mobiliário com a tão famosa linha que ficou conhecida através dos tempos como “Barcelona“, mantendo o mesmo conceito de leveza e empregando os mesmos materiais.

Após a exposição, o pavilhão foi demolido, mas sua importância foi tal que voltou a ser construído na década de 1990 como homenagem ao arquiteto e símbolo do modernismo. Com a perseguição nazista cada vez mais forte, Mies foi obrigado a sair da Alemanha e passa a viver nos Estados Unidos, destino comum dos exilados alemães. Lá ele desenvolve pesquisas com arranha-céus e projeta, junto de Philip Johnson o edifício-sede da Seagrams (então o prédio mais alto do mundo) em New York, considerado marco do funcionalismo. Neste projeto, Rohe revoluciona o padrão construtivo da cidade ao deixar metade do terreno livre para uso público e tornar o edifício uma leve torre de vidro.

Projeta também o Departamento de Arquitetura do Instituto de Tecnologia de Illinnois em Chicago, do qual torna-se torna diretor. Mies Van Der Rohe faleceu em Illinois (Chicago) em 1969, mas suas colaborações na arquitetura e no design permanecem vivas e seus conceitos ainda atuais.

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Le Corbusier

Retrato de Le Corbusier
Retrato · arquivo

Charles-Edouard Jeanneret, mais conhecido por Le Corbusier, nasceu no dia 6 de outubro de 1887 em La Chaux-de-Fonds, Suíça, mas viveu a maior parte da sua vida na França.

Foi um arquiteto que constituiu um marco muito importante no desenvolvimento da arquitetura moderna. Com a publicação de Vers une Architecture, em 1923, ele lança as bases do movimento moderno de características funcionalistas, adotando definitivamente o pseudônimo Le Corbusier.

Sua influência estendeu-se principalmente ao urbanismo. Foi um dos primeiros a compreender as transformações que o automóvel exigiria no planejamento urbano. Dedicou todo o seu talento e energia à criação da uma nova e radical forma de expressão arquitetônica, se tornando juntamente com Frank Lloyd Wright, Alvar Aalto, Mies van der Rohe, um dos mais importantes arquitetos do século XX.

Além de arquiteto, destacou-se como pensador revolucionário e inovador. Como designer, participou da exposição de Paris de 1925, onde apresentou seu mobiliário moderno no Pavillion de L’Espirt Nouveau, juntamente com Thonet.

A partir de 1926, passou a desenhar móveis com Pierre Jeanneret, seu irmão e com Charlotte Perriant. Os primeiros projetos, provenientes dessa parceria, eram em tubo de aço e surgiram em 1928 – eram denominados por ele como equipamento de habitação. Sem dúvida a mais conhecida de suas criações é a Chaise-Longue (LC4), apresentada no Salon d’Automne, em Paris em 1929. Outro desenho muito conhecido é a Cadeira Basculante (LC1), com estrutura em tubo de aço cromado e com assento, encosto e braços em pele de bezerro – 1928.

A poltrona Grand Confort, de 1928, possui também estrutura em aço tubular cromado; porém, é estofada em espuma revestida em couro e deu origem a uma linha de poltronas e sofás cultuados até hoje. Em 27 de agosto de 1965, morre afogado no Mediterrâneo.

Após sua morte e com o passar dos anos, vem aumentado o tom das críticas sobre alguns de seus conceitos, apelidando-o de inimigo das cidades. Porém, é, incontestavelmente, um nome de referência na história da arquitetura contemporânea.

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Arne Jacobsen

Retrato de Arne Jacobsen
Retrato · arquivo

Arne Jacobsen (1902 -1971) nasceu em Copenhagen, na Dinamarca, e além de arquiteto, atuou com igual sucesso nas áreas de decoração, design de móveis, têxtil e de cerâmicas. Começou a trabalhar como pedreiro, formou-se como arquiteto, em 1927, na Royal Danish Academy of Arts de Copenhagen, onde também foi professor a partir de 1956.

Sua arquitetura inclui um número considerável de edifícios na Dinamarca, na Alemanha e na Grã-Bretanha. Em 1925, ganhou uma medalha de prata em um evento de design em Paris e de 1927 a 1930 trabalhou com o arquiteto Poul Holsoe.

Em seguida, abriu o seu próprio atelier onde trabalhou até sua morte em 1971. Como designer, em 1952, criou a Cadeira Ant (Formiga) e em seguida, em 1955, as cadeiras que ficaram conhecidas como Série 7. Posteriormente, essa criação se tornaria umas das cadeiras de maior sucesso comercial no mundo.

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Poul Kjærholm

Poul Kjærholm (1929-1980) nasceu na Dinamarca e graduou-se na Escola de Artes e Ofícios de Copenhagen, em 1952. Passou a lecionar e sua carreira acadêmica o levou a professor na Royal Danish Academia de Belas Artes, em 1959, a chefe do Instituto de Design da Royal Danish Academy of Arts, em 1973, e, finalmente, a professor em 1976.

Kjærholm desenvolveu uma ideologia artística muito cedo. O contraste entre as esculturas e elementos arquitetônicos foi um dos principais responsáveis por esta ideologia. Seu desenho é caracterizado pela elegância e linhas limpas: modesto no meio, mas rico em expressão.

Embora a maioria dos designers contemporâneos de sua época tivesse preferência em trabalhar a madeira como principal elemento, Kjærholm elegeu o aço a sua matéria prima, mas sempre combinado com outros materiais como a madeira, o couro e o mármore. Ele dizia “o potencial construtivo do aço não é a única coisa que me interessa, a refração da luz em sua superfície é uma parte importante do meu trabalho artístico. Considero aço um material com o mesmo mérito artístico da madeira e do couro”.

No início da sua carreira, Kjærholm trabalhou com o fabricante E. Kold Christensen. A parceria resultou em uma extraordinária e mútua colaboração. E. Kold Christensen produziu inúmeras de suas criações até sua morte em 1980. Hoje, uma ampla seleção dessas peças faz parte da produção da Fritz Hansen.

Os trabalhos de Kjærholm são encontrados em diversos museus por todo o mundo, principalmente uma coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York e no V & A Museum, em Londres. Poul Kjærholm recebeu vários prêmios, incluindo dois Grand Prix no Milan Triennale em 1957 e 1960, o Lunning Award em 1958 e o ID Award em 1973.

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Charles Pollock

Natural da Filadélfia, nos Estados Unidos, Charles Pollock nasceu em 1930. De 1944 a 1949 estudou na Cass Technical High School, em Detroit, onde ganhou uma bolsa de estudos para o Pratt Institute de Design. Lá ele concluiu seus estudos de bacharelado em Design Industrial.

Charles Pollock exemplifica nas visões conceituais de seus projetos e tem uma forte ligação interna e emocional para estar. Foi o reconhecimento de seu talento por Florence Knoll que garantiu sua reputação como um dos designers de móveis do mundo preeminente.

Ele é o receptor de muitas concessões, incluindo a Medalha de Bronze IBD e do Instituto Holandês para Desenho Industrial. Homenagem Pratt Institute de 1991 ao Sr. Pollock honrou com sua excelência em Design Award.

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Cini Boeri

Retrato de Cini Boeri
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Natural da Itália (1924), Cini Boeri formou-se em arquitetura no Instituto Politécnico de Milão, em 1951, e passou a trabalhar no Estúdio de Marco Zanuso até 1963, quando se tornou “designer freelance”. Em 1979, abriu sua própria empresa de design, em Milão.

Trabalhou na busca de materiais alternativos com a intenção de produzir mobiliários menos dispendiosos. Colaborou com empresas como Knoll, Artflex, Arteluce, entre outras. Recebeu o Compasso D’oro Awards de 1970 e de 1979.

Muitos exemplos diferenciados de seus trabalhos podem ser encontrados em museus e exposições internacionais. Embora mais conhecida por seus projetos na área design de mobiliário – que incluem os conjuntos: “Bobo” (1967) e “Strip” (1972), ela projetou salas de exposição e uma série de casas pré-fabricadas no Japão (1983).

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Eileen Gray

Retrato de Eileen Gray
Retrato · arquivo

Eileen Gray (1878-1976) nasceu no interior da Irlanda. Filha de uma família aristocrata e de veio artístico começou sua formação na Slade School of Fine Arts – Londres em 1989. Nos anos seguintes estudou desenho com Colarossi e Julian, em Paris, formando-se na arte da Laca com o mestre japonês Sugawara.

Alcançou fama pelo seu trabalho ao mesmo tempo em que levava um estilo de vida boêmio de uma mulher independente, diferente do esperado em sua época. A partir de 1919 começa a trabalhar com decoração e design de móveis e em 1922 se liga ao grupo De Stijil – movimento artístico que pregava linhas limpas, formas básicas, máxima simplicidade em suas soluções e que se opunha ao movimento Art Nouveau da virada do século.

Seu gênio criativo, sua sensibilidade à cor e seu domínio sobre a técnica da Laca foram utilizados em novas e inovadoras formas caracterizando suas criações. Em 1923, um projeto de sua autoria foi muito elogiado por Walter Gropius, na época diretor da Escola Bauhaus e J.J. P.Oud.

A partir de 1926 trabalhou como arquiteta e apresentou seus trabalhos no pavilhão “Temps Nouveaux” de Le Corbusier, em 1937. Nessa época, criou uma das mais famosas casas do século vinte, a E.1027, à beira mar.

Morreu em Outubro de 1976 em Paris. Atualmente as suas peças de mobiliário valem milhões em leilões e gênios criativos, como Yves Saint Laurent, estão entre os seus mais devotos colecionadores. Reedições das suas peças são ainda consideradas de vanguarda, apesar de terem sido criadas há oitenta anos. Eileen Gray esteve sempre à frente para a sua época. Trinta anos depois da sua morte, ela ainda é considerada um ícone do Modernismo e uma das mulheres mais fascinantes do século 20.

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Florence Knoll

Retrato de Florence Knoll
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Florence Knoll (1917 – 1991) nasceu em Schust – USA. Estudou artes na academia de Cranbrook com o apoio de Eero Saarinen; posteriormente, ingressou, por dois anos, na Architectural Association em Londres e finalizou seus estudos no Institute of Technology em Chicago, com Mies Van Der Rohe.

Florence também criou junto a outros grandes mestres como Marcel Breuer e Walter Gropius, de quem recebeu grande influência. Após sua graduação, Florence trabalhou para empresas de arquitetura em Boston e New York onde acabou por conhecer Hans Knoll que estava com projeto de expansão de seus negócios para o ramo de mobiliário.

Em 1943, Florence começou a chefiar o departamento de design e planejamento de interiores da empresa Hans Knoll Furniture Company em New York e direcionou a nova linha de produtos da companhia, de estilo escandinavo, para o estilo internacional. Em 1946, casou-se com Hans Knoll e tornou-se uma sócia da Knoll Associates.

Durante os anos de guerra, para superar a escassez dos materiais, desenvolveu uma ampla pesquisa na área têxtil junto com seus designers, criando a Knoll Textiles, em resposta ao déficit de mercado, aos elevados preços das telas e também à falta de disponibilidade de cores. Ela usou o showroom da companhia como um grande “Laboratório Experimental” e influenciou seus clientes criando um estilo moderno de idéias e materiais. Completando seus ideais, Florence colocou em linha de produção, em sua empresa, mobiliários clássicos de designers consagrados como Eero Saarinen, Mies Van Der Rohe, Jens Risom, Harry Bertoia, Isamu Noguchi, e Marcel Breuer.

No pós-guerra, expandiu a Knoll para a Europa, resultando finalmente na formação do Knoll International. Mesmo após a morte de seu marido, em 1955, ela continuou à frente da companhia até se aposentar definitivamente em 1965.

Seus trabalhos, regularmente, estavam presentes no Museu de Arte Moderna e, em 1961, transformou-se na primeira mulher a receber a “Gold Medal for Industrial Design” concedida a ela pelo Instituto Americano dos Arquitetos, uma das muitas concessões recebidas sobre o curso de sua carreira.

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George Nelson

Retrato de George Nelson
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Foi um dos fundadores do chamado modernismo americano juntamente com Charles e Ray Eames. George Nelson nasceu em Hartford, nos Estados Unidos em 1908, e faleceu em New York, em 1986.

Estudou arquitetura na universidade de Yale, e graduou-se em 1928. Também se tornou bacharel em Artes em 1931. Um ano mais tarde, preparando-se para um concurso em Paris, recebe premiação em Roma, juntamente com Eliot Noyes, Charles Eames and Walter B. Ford. Viajou por toda Europa conhecendo vários pioneiros modernistas. Retornou aos Estados Unidos alguns anos mais tarde para se dedicar à divulgação conceitual do design, publicando textos em periódicos e revistas especializadas.

Através de seus textos no jornal “Pencil Points”, ele introduz Walter Gropius, Mies van der Rohe, Le Corbusier and Gio Ponti nos Estados Unidos. Já na revista “Architectural Forum” se torna o primeiro editor-sócio (1935- 1943) e mais tarde consultor-editor (1944-1949).

Defendeu, algumas vezes ferozmente, os princípios modernistas e provocou muitos de seus colegas “desenhistas industriais” que, de acordo com seu conceito, fizeram concessões demais ao mercado da indústria. Através de seus trabalhos, por volta de 1940, começou a chamar a atenção com diversos conceitos totalmente inovadores até então. Uma de suas maiores preocupações estava em interpretar, observar e compor soluções, muitas delas decorrentes das mudanças de hábito das famílias no pós-guerra. Como exemplo disso está o conceito “family room”, ainda hoje tão empregado e difundido.

Outra de suas inovações conceituais, o “storagewall system” atraiu a atenção de D.J. De Pree, presidente da Herman Miller. Em 1945, De Pree o convidou para assumir a direção de design da empresa. Era o começo de uma série de sucessos que também contaram com a participação de Ray e Charles Eames, Harry Bertoia, Richard Schultz, Donald Knorr e Isamu Noguchi.

George Nelson trabalhou com os melhores designers de seu tempo. Também lecionou, escreveu extensivamente, organizou conferências como a legendária “Aspen gatherings”, publicou diversos livros entre eles: Tomorrow’s House (1945), Problems of Design (1957) and How To See (1977). Ele ainda inovou conceitos e criou peças como designer.

Entre suas criações mais conhecidas estão o sofá Marshmallow, a cadeira Coconut, o banco Nelson, relógios de parede e muitos outros produtos. George, também, era um grande fã dos Beatles e algumas de suas criações foram fortemente influenciadas pelas músicas e roupas do grupo. “Fazer muito mais, com muito menos”: Este foi o lema que George Nelson seguiu ao longo da sua carreira.

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Gerrit Rietveld

Retrato de Gerrit Rietveld
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Gerrit Thomas Rietveld (1888 – 1964) nasceu em Utrecht, na Holanda, e era filho de um fabricante de armários. Desde muito cedo, aos 11e anos de idade, foi trabalhar com o pai em sua marcenaria, abrindo seu próprio estabelecimento, em 1917, com o objetivo de desenvolver novas formas para os mobiliários.

Nessa época, criou o protótipo da famosa poltrona RED BLUE, executada originalmente em madeira natural e que, mais tarde e sob a influência do movimento “De Stijl”, foi pintada nas cores primárias inspiradas em Mondrian, também colaborador do movimento.

Rietveld foi o primeiro a aplicar os princípios deste movimento na arquitetura, projetando em 1924 a residência Schröder, localizada em sua cidade natal, um marco da arquitetura moderna e representação perfeita das idéias e conceitos definidos pelo movimento “De Stijl”.

Durante esse período, se tornou um dos primeiros membros efetivos do movimento até a sua dissolução em 1931. Foi colaborador de uma revista que circulou até meados de 1928 e que disseminava os ideais desse movimento. Neste mesmo ano, rompeu com o grupo neoplástico e fundou o CIAM – Congresso Internacional de Arquitetura Moderna-, o que expandiu mais ainda a sua fama pelo mundo.

No decorrer dos anos, tornou-se cada vez mais interessado no papel social da arquitetura, estudando métodos de produção mais baratos, novos materiais, pré-fabricação e padronização. Em 1927, ele já estava experimentando lajes de concreto pré-fabricadas – um material muito incomum naquela época.

Em virtude da recessão econômica do período histórico da década de 30 – conhecido como a Grande Depressão – procurou desenvolver também móveis com componentes de fabricação mais baratos. Autor de vários projetos e novos conceitos, também foi professor de Arquitetura em Amsterdam entre 1944 e 1955, tornando-se membro da Federação Holandesa dos Arquitetos em 1964 – no mesmo ano em que veio falecer.

Entre seus projetos estão a famosa Cadeira ZIG-ZAG, composta por apenas 4 placas de madeiras, projetada em 1932; das Row-Houses, também em Utrecht ( 1931-1934 ); o Pavilhão Holandês na Bienal de Veneza ( 1954 ); o Pavilhão da Escultura no Museu Kröller-Müller, em Otterloo, província de Güeldria e o Museu Van Gogh em Amsterdam.

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Isamu Noguchi

Retrato de Isamu Noguchi
Retrato · arquivo

Escultor, designer, artesão, arquiteto e paisagista notável, Isamu Noguchi (1904 – 1988) nasceu em Los Angeles, Califórnia, e mudou-se, ainda pequeno, para o Japão com sua mãe onde seu pai morava e, ali, passou toda a sua infância.

Em 1918, voltou aos Estados Unidos para estudar e graduou-se em La Porte High School em La Porte, Indiana em 1922. Em 1924, Noguchi abandona a Columbia University para se dedicar tempo integral à escultura, sua maior paixão.

Como arquiteto paisagista, Noguchi criou um grande número de parques, monumentos, memoriais e áreas livres. Sua filosofia era que a arquitetura ganhava mais se integrada à natureza. Seus trabalhos não se limitaram aos projetos de jardins e esculturas. Noguchi também projetou como designer, objetos para indústria tais como lâmpadas e mobiliários, alguns deles conhecidos, reproduzidos até hoje.

Entre suas criações no ramo de mobiliário, colaborou com a empresa Herman Miller, em 1948, quando se juntou a outro grupo de designers de peso como George Nelson, Charles Eames, dentre outros, para fazer parte de um catálogo seleto contendo as mais importantes obras do mobiliário moderno.

Seu trabalho se encontra difundido por todo mundo e também no Isamu Noguchi Garden Museum, na cidade de New York, onde se encontra um vasto acervo.

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Jean Prouvé

Retrato de Jean Prouvé
Retrato · arquivo

Em 1919, Jean Prouvé aprendeu a trabalhar o ferro nas oficinas de Émile Robert em Enghien.1 Pouco depois ele se estabeleceu em Nancy (França), no que seria o seu primeiro workshop. A partir de 1924, ele começou a trabalhar para a forja do hotel Thiers na cidade, bem como algumas grandes lojas ou lojas de departamento em Paris.

Ele também fez o casino ferraria Saint Jean de la Luz. Em 1929, a convite de Le Corbusier, ele se juntou à Union des Artistes Modernes, um grupo líder de arquitetos, decoradores e designers de casa principalmente francês.

Em 1954, Jean participou do projeto da residência universitária Jean Zay, em Antony. Suas realizações na residência são conhecidas como Antonys móveis, que incluem estantes, cadeiras, mesas, camas, gabinetes, entre outros. Estes exemplos estão entre os móveis mais valorizados do século 20.

Criou, em 1955, com o amigo e o arquiteto-escritor M. Bataille, uma pequena sociedade, a Jean Prouvé Workshops. Conseguiu fazer alguns projetos importantes, como o 1955 Centennial Pavilion, La Buvette Cachar em Evian de 1956, bem como protótipos, como a casa de Abbé Pierre. Em 1957 afia sistema de luz fachada, que foi o resultado de estudos anteriores e cujo elemento principal é aeração e fácil aclimatação dessas fachadas, conseguindo resolver os problemas de isolamento acústico e térmico.

O status de engenheiro é formalizado em 1966, quando ele abriu um pequeno escritório onde projetos que demonstram a constante evolução deste grande construtor. Eea colabora com os maiores arquitetos que carregam a marca de seu discurso como CNIT, Torre-Nobel, Paris-La Defense, J. de Mailly, 1967; sede da UNESCO em Paris, a obra de Bernard Zehrfuss em 1969, e a sede do PCF em Paris, feita por Oscar Niemeyer em 1970).

De 1957 a 1970, Prouvé é chamado para ocupar o lugar de professor de artes aplicadas no Conservatório Nacional de Artes e Ofícios, em Paris. Sempre interessado em pedagogia, ele realiza um método de ensino que ilustra sua proximidade com o conceito da construção industrial, com base na análise dos objetos técnicos, principalmente através de suas próprias experiências.

O fim da carreira de Prouvé é marcada pela experimentação de novos materiais (estações de serviço cilíndricos, tais como os de Total) ou novos componentes (painéis da fachada da Universidade de Lyon-Bron). É também o momento do reconhecimento internacional e as suas realizações técnicas por a estrutura Palais Omnisports de Paris-Bercy, Andrault e Parat Arquitetos de 1978, ou torre de radar de Ouessant que transcende o princípio do cimento núcleo em Maxéville, Jacquin arquiteto, de 1981. Jean Prouvé morreu no 23 de março de 1984.

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Marco Zanuso

Nascido em Milão (Itália), em 1916, Marco Zanuso foi um dos designers italianos a dar forma à ideia internacional do “good design” nos anos do pós-guerra. Estudou arquitetura no Instituto Politécnico de Milão e abriu o seu próprio atelier em 1945.

Desde o princípio de sua carreira foi muito influente no mundo do design, sendo editor das revistas DOMUS (1947-49) e CASABELLA (1952-56), através das quais ajudou a impor as teorias e ideais do enérgico movimento moderno. Atuou como professor de arquitetura, design e planejamento urbanístico no Instituto Politécnico nos finais dos anos 40 até os anos 80 e ainda foi membro fundador da ADI em 1950; sendo sem dúvida, um marco e uma referência para as gerações seguintes de designers italianos.

Uma característica marcante de sua carreira é que, a cada trabalho, procurou abrir mercado para diferentes materiais, sempre buscando soluções inovadoras. Suas pesquisas e experiências transitam desde a utilização do metal curvado em mobiliários luxuosos até os projetos industrializados de plásticos polidos.

A partir de 1979, foi professor de projeto industrial na Escola de Arquitetura do Instituto Politécnico de Milão; e, em 1981, tornou-se também presidente do Departamento de Planejamento e de Produção. Trabalhou para Zanotta desde 1969 até quase sua morte, em 2001, aos 85 anos. Diversas de suas obras podem ser encontradas no museu MOMA, em New York.

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Norman Cherner

Pioneiro, tanto em contraplacado moldado e habitação pré-fabricada, Norman Cherner estudou e ensinou no Departamento de Belas Artes da Universidade de Columbia e foi um instrutor no Museu de Arte Moderna de Nova York de 1947 a 1949. Aqui, ele também explorou o movimento Bauhaus, embarcando em uma exploração tempo de vida do projeto multidisciplinar, de móveis, prateleiras, artigos de vidro, iluminação e até mesmo brinquedos para seu trabalho pioneiro em low cost de casas pré-fabricadas.

No início de sua carreira, Cherner imaginou casas como um conceito de design total e projetado mobiliário acessível especificamente para estas habitações modulares de baixo custo. Ele escreveu sobre suas teorias em “Fazer a sua própria mobília moderna” (1953), “Como construir Infantil Brinquedos e Mobiliário” (1954), “Fabricando Casas de Component Parts” (1958) e “Como construir uma casa para menos de US $ 6.000” (1960).

Uma de suas primeiras casas pré-fabricadas foi concebida, produzida e montada em 1957 para o Departamento de Habitação dos Estados Unidos. Depois de ser exibida em Viena, ela foi enviado de volta para Connecticut e transformou-se na sua primeira casa e estúdio.

No entanto, Cherner é mais conhecido para a linha de madeira compensada assento moldado que ele criou para Plycraft, uma empresa de fabricação em Lawrence, Massachusetts. Depois de contar Cherner que seu projeto para o que é agora conhecido como o Cherner Chair (1958) tinha sido desmantelada, proprietário do Plycraft continuou a produzi-lo, afirmando-se como o designer.

Logo depois, a popularidade da cadeira foi intensificada quando o mestre apareceu, em 1961, em uma pintura de Norman Rockwell, “O artista no trabalho”, com destaque na capa do Saturday Evening Post. Cherner processou a empresa, e a Plycraft concordou em pagar royalties, mas toda a linha de assentos ficou fora de produção no início dos anos 1970.

Por quase 20 anos, estar de Cherner era raramente visto fora de galerias, museus e salas de estar de alguns coletores de sorte. Isso tudo mudou em 1999, quando os filhos de Cherner Benjamin e Thomas formaram a Cherner Cadeira Company para reviver os desenhos e produzi-los.

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Pierre Paulin

Nasceu na França (1927 – 2009) e foi um dos mais talentosos designers franceses da metade do século XX. Estabeleceu-se como designer industrial e de interiores, tendo criado de automóveis até telefones e embalagens. Porém são seus mobiliários – cadeiras, poltronas e mesas – que o alçaram ao Olimpo dos designers mundiais.

Em 1952, suas primeiras criações chamaram a atenção da empresa Thonet através da qual ele descobriu e aperfeiçoou novos materiais – espumas, metais, plásticos e até mesmo couro – da mesma maneira dos designers americanos Charles Eames, Eero Saarinen e Harry Bertoia.

Somente em 1956, após aceitar o convite de Harry Wagemans para juntar-se a empresa Artfort, Paulin encontrou os suportes necessários para realizar a produção de seus projetos. Os conceitos de simplicidade e a recusa de qualquer “efeito lírico” em suas peças fizeram florescer projetos cujos nomes eram apenas numerados.

Suas produções inovadoras anteciparam revoluções sociais pelo estilo de vida que estimularam. No final dos anos 60, foi convidado a participar de um novo ateliê de pesquisa e criação ¨Le Mobillier National¨ e do contato com os talentosos artesãos do grupo, Paulin torna-se responsável pela restauração da Ala Denon do Museu do Louvre, a mesma que abriga as obras de Leonardo da Vinci; a restauração do apartamento privativo do presidente Georges Pompidou na Elysée; e, posteriormente, a criação do mobiliário para o escritório presidencial de François Mitterand em 1983.

Apesar de todas estas prestigiosas empreitadas terem contribuído para sua fama; foram, sem dúvida, seus mobiliários manufaturados pela empresa Artifort que o trouxe ao reconhecimento público, pois proporcionaram conforto, design e poesia à vida moderna.

Pierre Paulin, um homem com o olhar para o futuro, disseminou por todo seu trajeto, objetos poéticos que estavam à frente de seu tempo e seus trabalhos, mesmo quarenta anos depois, ainda inspira admiração.

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Verner Panton

Retrato de Verner Panton
Retrato · arquivo

Verner Panton (1926-1998) foi um dos mais importantes e inovadores designers da segunda metade do século 20 e se tornou “expert” em atribuir um tom lúdico a peças nascidas na “era pré-tecnológica”. Nasceu em Gamtofte, Dinamarca, frequentou a Escola Técnica de Odense e graduou-se em Arquitetura na Academy of Art de Copenhagen. De 1950 a 1952 trabalhou com Arne Jacobsen, contribuindo para o design da legendária cadeira “The Ant”. Trabalhando como arquiteto e designer autônomo em inúmeros países europeus, suas criações baseadas em formas geométricas e produzidas à mão pela Plus-Linje atraíram e Seu design apresentou um assumido interesse no que é novo. Foi Panton quem começou a revolução “pop” no mobiliário “cool” da época: trabalhou com plástico, poliuretano, espuma, sempre em cores vibrantes. Queria quebrar a rigidez do ferro e dar “humor às formas das coisas”. Para ele, era inconcebível sentar num sofá bege e quadrado. Influenciado pelo design italiano e norte-americano, ele criou peças como a cadeira “Cone” (1958), semelhante a uma casquinha de sorvete, que desafia a lei da gravidade (o apoio é centrado no ponto mais estreito da base). Dois anos depois, lançou aquela que seria sua mais famosa criação: a cadeira “Panton”, um dos ícones da Pop Art. Com sua forma sinuosa (“S”), essa criação se destacava pela liberdade de desenho, inovação construtiva e de material – traduzindo justamente o que os anos 60 pregavam. Após ter feito o seu nome como um visionário projetista, Panton conseguiu abrir as portas para experimentar. Ele desenvolveu a primeiro mobiliário inflável – feito a partir de plástico transparente. No decorrer de sua trajetória, Panton trabalhou com alguns dos mais conceituados fabricantes: Fritz Hansen, Louis Poulsen e Vitra. Ele tornou-se referência devido à sua extravagância e também pelo uso abusivo de cores fortes. Visionários, criativos, ousados e provocadores são alguns dos termos que têm sido usados para descrever seus projetos ao longo dos anos. Criou mobiliário e interiores verdadeiramente inovadores e futuristas, sempre utilizando novas tecnologias e materiais.

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Julio Katinsky

Nascido na cidade de Salto (São Paulo), em 1932, Julio Katinsky formou-se em Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, em 1957. Em sua tese de Doutorado, em 1973, estudou como foi descoberta a hipótese de que a “casa paulistana” foi resultado da junção da casa portuguesa e da indígena cujo título é “A Casa Bandeirista”.

Os anos 60 e 70 foi o período que mais trabalhou intensamente como arquiteto diminuindo o ritmo em 1980, mas voltou a produzir, a partir de 2002, em tempo integral. Foi professor doutor livre docente em 1990 na Universidade de São Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, mas passou a professor titular a partir de 1992 onde atua desde então. Também trabalha como pesquisador da área.

Uma das suas primeiras criações foi uma prancheta de estrutura de aço e madeira compensada, ainda estudante. Além de um grande arquiteto atuava desde o início da carreira na criação de móveis no escritório de Jorge Zalszupin.

Em 1959, para atender a uma encomenda particular de uma galeria paulistana criou a famosa poltrona Katinsky inspirada em Mies Van Der Rohe, ou seja, ao conceito “menos é mais” que foi um precioso exemplo de desenho de móvel moderno no Brasil. Essa criação ganhou dimensão e foi industrializada em série. Mas segundo o próprio Katinsky a original era soldada e suas reproduções podem ser desmontadas. Ainda no final dos anos 60 criou o banco Katinsky com a mesma inspiração da poltrona, mas já foi produzida para ser reproduzida em série.

Aposentou-se em 2002, porém continua prestando serviços até hoje à Instituição, na linha de pesquisa “Projetos de Modelos Tridimensionais” para estudantes, em pesquisa sobre arquitetos atuais, e em aulas de pós- graduação.

Ao longo de sua vida profissional produziu ainda uma grande bibliografia, entre artigos publicados, textos para jornais e revistas, trabalhos em anais de congresso a livros e participações a bancas examinadoras, comissões e eventos, não se esquecendo de mencionar vários prêmios e menções honrosas que conquistou até hoje.

Katinsky ainda continua na ativa e uma das suas últimas criações é um protótipo de uma cadeira externa que pode ser levada à praia. Hoje as Poltronas e Bancos Katinsky são produzidos pela Studio Mais Móveis.

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Jorge Ferrari

Nascido na capital argentina, em 1914, Jorge Hardoy Ferrari recebeu sua graduação em arquitetura pela Universidade de Buenos Aires em 1939. Viveu no ano anterior em Paris, onde trabalhou com Le Corbusier no desenvolvimento do “Plano Diretor parágrafo Buenos Aires.”

Em seu retorno a Buenos Aires tornou-se um participante ativo na criação da CIAM Argentina e Austral Grupo. É provavelmente o mais conhecido internacionalmente por sua cadeira BKF, projetado em conjunto com Juan Antonio Bonet e Kurchan em 1939.

Ferrari-Hardoy permaneceu ativo como um designer, arquiteto e urbanista até sua morte.

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Maurício Arruda

Graduado pela Universidade Estadual de Londrina e Mestre pela Universidade de São Paulo, Maurício Arruda desenvolve pesquisas na área de arquitetura e design sustentável desde 2000. Ele também é professor de Design de Interiores e Produto, desde 2001, ministrou aulas em várias instituições de ensino, entre elas IED – Istituto Europeo di Design, Escola Panamericana de Arte, SENAC e SEBRAE além de palestras e consultorias para diversas marcas, como por exemplo, Natura, Skol e Docol.

No design de produto, Maurício tem se consolidado como referência da produção contemporânea brasileira recebendo convites para expor em galerias e feiras nacionais e internacionais de design, assim como assinando coleções para importantes marcas nacionais, entre elas a Tok&Stok. Em 2015, uma de suas criações passou a fazer parte do acervo de Design do Clube de Colecionadores do MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo.

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Mula Preta

Estúdio de Design de Produtos fundado por André Gurgel e Felipe Bezerra em Natal, no ano de 2012, quando decidiram se associar pela grande afinidade na esfera criativa. André Gurgel é designer com especialização em CGI e visualização de produtos, nasceu em Natal em 1988, e dirige também o estúdio de computação gráfica VirtuaCG. Felipe Bezerra nasceu em Natal em 1970, é arquiteto graduado pela UFRN e dirige também o escritório Felipe Bezerra Arquitetos desde 2000.

O nome Mula Preta é inspirado na música homônima do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Ela representa a cultura Nordestina, traço marcado pela irreverência do desenho criativo do estúdio. Com a associação e a ideia dos criadores em mente, participou de exposições internacionais e coleciona diversos prêmios ao redor do mundo desde então.

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Estúdio Ninho

Criado em 2012 pelos designers Vinícius Lopes e Gabriela Kuniyoshi, o Estúdio Ninho propõe trabalhar o design em sua totalidade, prezando pela liberdade de criação e pela busca por inovação aplicada à produção industrial.

Conhecido por desenvolver projetos em parceria com importantes indústrias brasileiras, em 2016, o Ninho assumi a gestão e desenvolvimento de produtos das marcas Decameron e Carbono.

Atuando em uma ampla gama de produtos como móveis, estofados, iluminação e bens de consumo, o Estúdio Ninho traz um novo olhar sobre objetos do cotidiano, apresentando uma série de produtos que compartilham uma preocupação com o aspecto funcional e o lúdico, estimulando a aproximação e interação entre o indivíduo e o objeto. O conceito do estúdio tem inspiração em um ninho, que é, de galho em galho, construído de forma consciente e cuidadosa.

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Luciano Santelli

Luciano Santelli formou-se em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie em 1995, em São Paulo, e especializou-se em peças acrílicas. Pós-graduado em Design para Movelaria pelo SENAC SP, ele desenvolveu projetos principalmente na área do mobiliário, sempre valorizando a leveza, a transparência e as novas tecnologias de produção. O traço marcante dos projetos cria uma ligação imediata e duradoura com o observador. Suas criações caracterizam-se pela busca da harmonia de proporções, originalidade e uso de encaixes e recortes que possibilitam montagens simples e ao mesmo tempo engenhosas. Propriedades como a transparência e o brilho do material são cuidadosamente valorizadas neste processo.

Após ter trabalhado em renomadas empresas como Philips e Bulova e colaborado em escritórios como Teneke Design e Keenwork Design, abriu sua própria empresa, a Santelli Design.

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Samuel Lamas

Arquiteto Brasiliense, com traços que passeiam na órbita do modernismo, Samuel Lamas é uma das melhores, e mais originais, novidades da Arquitetura e Design Nacional.

Suas peças trazem um olhar panorâmico e contemporâmico da casaca ao conteúdo. Um look industrial no equilíbrio do ferro e da madeira.Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Università degli Studi di Roma 3, Roma, Itália; Trabalhou com arquiteto italiano Massimiliano Fuksas; Atualmente é Diretor criativo da Lamas Arquitetura e Engenharia.

Antes deste lançamento oficial, algumas peças eram produzidas artesanalmente.

No ano de 2018 a loja Quadra, de Brasília, selecionou alguns designers para compor o acervo de sua nova loja, e em contato direto com Samuel, atraídos pela linguagem do mobiliário, sugeriram a padronização de alguns detalhes no sentido de viabilizar sua produção industrial. Iniciou-se assim o contato e parceria com a fábrica Studio Mais Móveis, em São Paulo. Desenvolveram-se os protótipos ao longo de um ano e apresentou-se a coleção, na Loja Quadra, em setembro de 2018. Com esta ação de industrialização ganhou-se no aumento na capacidade de produção, o melhor acabamento na pintura, nas soldas e na tapeçaria. Mas não apenas. Alguns ajustes, conduzidos em fábrica, contribuíram, e muito, para ampliar o conforto das peças.

Samuel Lamas desenvolve produtos com raciocínio arquitetônico e geométrico e nos diz:” Busco em minhas criações simplicidade e espirito lúdico.»Toda sua coleção é produzida com exclusividade pela Studio+ Móveis.

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Silviane Nicolato

Nascida em 1967, mineira, Silviane Nicolato formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Santa Úrsula, no Rio de Janeiro, em 1993. Desde 1996, está radicada em São Paulo.

No Rio de Janeiro, entre os anos 1989 e 1996, atuou no desenvolvimento de projetos residenciais e comerciais na área de design de interiores bem como no acompanhamento de obras. Já em São Paulo, trabalhou com projetos de design de interiores, através do escritório da IDEA – Interior, Design e Arquitetura, em sociedade com outras arquitetas, tendo sido uma das sócias fundadoras.

Concomitantemente, empreendeu no ramo de mobiliário, como consequência da vasta experiência obtida no detalhamento de projetos, sobretudo de marcenaria, aprimorando seus conhecimentos no curso de Design de Mobiliário oferecido por Angélica Sândi, em 1999.

Entre 2004 e 2005, trabalhou para a Facilities do Brasil, empresa brasileira que atua na área gourmet com equipamentos e peças de alta qualidade em madeira TECA, no desenvolvimento de produtos, estruturação e divulgação da marca.

Ao longo de sua carreira, participou de concursos e feiras no Brasil e no exterior, tendo sido finalista em alguns desses: Museu da Casa Brasileira (2004) produto: Módulos de encaixe CELULA; IF Design Award (2005) produto: Módulos de encaixe CELULA; X Salão Design Movelsul Brasil (2006) produto: Mesa Neo; Maison e Objet (2005) e Midem (2005).

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Linha Corp Mais

Linha Corp+, por que o escritório se transformou. A Studio+ Móveis desenvolveu uma linha repleta de itens colaborativos para solucionar os novos conceitos do ambiente corporativo, que pede espaços mais abertos, funcionais, ágeis e práticos. A Linha Corp+ é composta por vários itens como: estofados modulares – que podem receber caixas de tomadas, com formatos retos e curvos, puffs ou com encostos, propiciando diversas configurações – além de Lousas, Cabideiros, Portas-Guardas Chuva, Balcões e Cadeiras para compor as novas áreas colaborativas que o escritório contemporâneo solicita. A Linha Corp+ se harmoniza com diversos produtos de nossa coleção com foco no corporativo.

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A casa

Nossa história começa antes da nossa marca.

A Studio Mais nasce dentro das fábricas que apresentaram o mobiliário assinado ao Brasil: as peças dos mestres da Bauhaus.

1997 A Forma, criada por Martin Eisler, muda de mãos. Parte da equipe deixa a empresa e funda a Studio Mais para seguir produzindo essas peças emblemáticas com o rigor dos projetos originais.
2003 Matias Eisler, filho de Martin, passa a integrar o grupo, garantindo de perto a legitimidade de cada peça que sai daqui.
Hoje É essa origem que sustenta o que fazemos: reedições fiéis dos clássicos do design e peças autorais assinadas, feitas à mão no nosso galpão em Salto, interior de São Paulo.
Dentro da fábrica da Studio + A fábrica · Salto, SP
A fábrica

Toda peça percorre o mesmo caminho.

Três etapas, todas nas mãos da mesma equipe, no nosso galpão em Salto.

Croqui assinado na fábrica
01 · O projeto

Cada peça parte de um projeto: o desenho original e a escolha dos materiais. Medidas, proporções e acabamentos definidos antes do primeiro corte.

Peça na bancada
02 · A bancada

Na bancada, a estrutura, o estofado e o acabamento tomam forma à mão. A etapa mais longa do caminho — e a mais importante.

Montagem da peça
03 · A peça pronta

Pronta, a peça ganha o seu lugar: casas, escritórios e projetos. De Salto para ambientes no país inteiro.

Materiais & cuidados

Matéria-prima escolhida para durar décadas.

Couro naturalCouro sintéticoMadeira naturalAço inoxAço carbonoAlumínioFibraLaminadoVidroMármoreTecido
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Contato
E-mail atendimento@studiomaismoveis.com Telefone (19) 98220-4439 Instagram @studiomaismoveis Onde encontrar Fábrica e showroom em Salto, interior de São Paulo —
e, há 25 anos, nas vitrines das melhores lojas de design
do país, com representantes em todo o Brasil.
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